Segunda-feira, 22 de Agosto de 2005

ANÁLISE A MAIS UMA ÉPOCA BALNEAR

Agora que entramos na quarta semana de Agosto, penso que já é propicio uma pequena análise a mais uma época balnear aqui nesta cidade à beira mar plantada. Enganem-se desde já aqueles que pensam que tal como é normal, vou desdenhar, escarnar, mal dizer, ou seja, dizer mal de tudo e de todos. Não, não vou. Eu que este ano até passei cá as minhas férias sei bem o que vou dizer e digo desde já que nem tudo foi mau.
Por exemplo, uma das coisas boas que cá tivemos este ano foi a areia. È verdade, a areia. Finalmente voltamos a ter praia ininterrupta desde a Figueira da Foz até ao Cabo Mondego, coisa que já não acontecia há uns anitos. É bem verdade que esta melhoria não se deve às entidades que governam a nossa cidadezita mas sim a caprichos da natureza. Logicamente o contrario também se aplica. Se para o ano voltarmos a não ter praia não podemos por as culpas para o Sr. Presidente, seja este ou outro Victor qualquer.
Outra coisa boa foi por exemplo.... Por exemplo... por exemplo.... É pá, assim de repente não me estou a lembrar de nada.
Como será também lógico, houve coisas menos boas, algumas verdadeiramente más. Por exemplo, o Mundialito de Futebol de Praia, que diga-se, eu não apreciava particularmente mas reconheço que sempre fazia alguma publicidade a esta terra dita turística, deixou de ser o verdadeiro Mundialito para ser uma reles eliminatória com meia dúzia de equipas. Para não estar aqui a dizer que a culpa é do Sr. Presidente, digamos que são caprichos financeiros.
Outro exemplo é a Figueira Folia, ou como alguns dizem, o Carnaval da Bahia. Mais uma vez estou à vontade para falar pois sempre achei que este evento só servia para todos os ex-favelados no Brasil e que agora residem legal ou ilegalmente em Portugal, fizessem uma pequena migração até à Figueira da Foz. No entanto, reconheço mais uma vez que era um evento que publicitava a Figueira, quanto mais não fosse era transmitido na TV, se não me engano, pela TVI. Pois bem, este ano até isso piorou ao ser enjaulado no parque de estacionamento junto à praia, vulgarmente conhecido por parque das gaivotas. Esta opção revelou-se duplamente negativa. Primeiro reduziu ainda mais o estacionamento precário da Figueira e logo no fim-de-semana de mudança de quinzena, aquele em que estaria mais gente aqui na terrinha. A segunda é que por um trem eléctrico ás voltas num parque de estacionamento pareceu-me a mim no mínimo ridículo. Para não pormos as culpas ao Sr. Presidente digamos que caprichos de gente influente que mora na avenida onde outrora se realizava a Figueira Folia e que ficaram fartos do incomodo que aqueles três dias lhes causavam.
Quero no entanto salientar que numa terra que se diz turística, a culpa não pode ser só de quem nos governa localmente. Se queremos turismo temos que fazer por isso e hoje em dia a concorrência não se pode fazer só pelo nível dos preços. Hoje a mentalidade do turista evoluiu, é mais exigente e exige acima de tudo bons serviços e garanto-vos que boa prestação de serviços é o que nós não temos na Figueira, supostamente uma terra turística. Para provar o que vos digo tenho duas estórias que se passaram comigo na semana passada, mais precisamente no Sábado e no Domingo, mas que não vos vou contar hoje para não tornar este "post" extremamente longo.
Lanço no entanto aqui o alerta para que o próximo presidente da Câmara, seja ele quem for, que tenha como prioridade decidir de uma vez por todas se quer fazer da Figueira da Foz uma cidade turística ou se pelo contrário, quer abrir as portas à Industria, caso contrário, habilita-mo-nos a daqui a 10 anos, quando se fizer um estudo sobre a percentagem de crescimento das cidades portuguesas, a Figueira aparecer com percentagens negativas. Não acreditam que seja possível??? Então por que é que será que este ano se viu tanto carro com matricula amarela na Figueira? Ao contrário do que li algures num blogue vizinho, que dizia que este ano ouvia-se novamente a língua espanhola a ser falada na Figueira, eu o que mais ouvi foi o chamado "Franciu". Não tenho nada contra os emigrantes, antes pelo contrário, mas se pensarmos bem, onde é que os emigrantes vão passar as suas férias. À terra de origem para reverem a família. Se juntarmos estas duas equações podemos concluir que cada vez mais pessoas do concelho da Figueira optam por emigrar (algumas emigram só de cidade) há procura de melhores condições económicas.

publicado por Manel dos Anzois às 19:44
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Quinta-feira, 11 de Agosto de 2005

BANHISTA CARACOL



Ora aqui estou eu, na Praia do Cabo Mondego, Buarcos, Figueira da Foz. Hoje o bom tempo voltou e as minhas duas mulheres ordenaram-me que fosse para a praia com elas e mais uma vez não tive escapatória possível.
No entanto, até que não fiquei muito aborrecido pois estava com curiosidade de experimentar a minha nova vertente de banhista. Como já sabem do "post" anterior, eu estive a observar no domingo as actividades dos outros banhistas na praia e escolhi aquela que achei mais adequada à minha pessoa.
Graças a isso, aqui estou eu, feliz da vida, com o meu velhinho portátil ZX Spectrum de teclas de borracha a escrever-vos. O que vocês ainda não sabem é o nome que eu dei a este tipo de banhistas no qual eu agora orgulhosamente me incluo-o. Somos os banhistas caracol... e não, não tem nada a ver com cornos ao sol, antes pelo contrário, os que têm cornos até que os têm à sombra. Tem a ver com andarmos com a casa às costas. À pois é... eu não trouxe só o computador portátil não senhora.
Ontem aproveitei o mau tempo e investi todo o meu subsídio de férias no seguinte.
-Uma arca frigorífica (há quem lhe chame geleira) da Camping gás.
-Uma mesa com bancos, que além de ser portátil é desdobrável para caber no porta bagagens do carro.
-Um fogareiro para assar a bela febra de porco. Porco branco que eu com o preto não quero nada.
-5 kg de carvão mais abanador e grelhas.
-Uma grade de Super Bock para atestar a arca.
-Uma televisão portátil que infelizmente não funciona pois esqueci-me de comprar uma bateria de automóvel para a ligar.
-Um rádio leitor de Cd's, também conhecido por tijolo, com o último trabalho do Dino Meira (que eu desde já recomendo), lá dentro para ouvir quando a música da Rádio Clube Foz do Mondego não me agrada, o que diga-se já, é raro.
-Por fim, uma barraca, se bem que a barraca não foi comprada, pois nesta maldita terra não se consegue comprar aqueles chapéus-de-sol com xaile para fazer a barraquinha. Diz que já não se usa... modernices. Assim sendo, a minha querida esposa comprou um tecido em promoção ali numa loja da Rua da Republica e como tem jeito para a costura fez ela própria a nossa barraquita. Até tem janelas e tudo.

E foi assim que hoje logo pela manhãzinha, ainda não deviam ser 9 horas chegamos à praia. Fomos os primeiros e escolhemos logo o melhor lugar, ali junto as escadas que descem para a praia, mesmo encostadinhos às pedras do muro da estrada. Quando no domingo estive a observar os banhistas caracol perguntei a mim próprio porque é que seria que todos montavam a tenda ali mesmo em cima das pedras, onde mal se vê a água, se ouve o barulho dos carros em vez das ondas do mar, se cheira a mijança em vez da maresia e pensei que devia ser proibido ir para a zona dos chapéus para não tirar visibilidade às outras pessoas mas afinal descobri que é porque carregar este aparato todo de coisas custa para caraças. Fiquei tão cansado que às 10 horas já estava a acender o fogareiro para assar uma chouricita para o segundo mata-bicho.
A experiência até nem é má, podemos ver quem chega e quem sai da praia. Estamos sossegaditos, só aqui estão mais duas barracas do género, mas estão tão distantes que as músicas dos nossos rádios não se chega a misturar.
Temos óptima visibilidade nos jogos de futebol que os putos fazem por trás dos chapéus de praia, já perto desta zona onde estou.
Ah, já me esquecia, também podemos ver aqueles casalinhos que como ainda não têm casa própria vêm namorar para a praia e para serem mais discretos ficam aqui mesmo em cima, no coça roça. Até já pensei começar alugar a barraca e tudo.
Estou a ficar sem bateria no portátil, por isso tenho que me despachar. Em jeito de resumo, a experiência é engraçada mas para estar o dia todo sentado à sombra, a ouvir o "meu querido mês de Agosto..." do amigo Dino Meira e a escrever ao computador, parando só para dar uns beijinhos na loura (a Super Bock, é claro, que as minhas duas mulheres são morenas) podia muito bem ter ficado em casa e poupava um dinheirão na tralha toda que comprei.
Acho que amanhã vou tentar a evolução para banhista Papagaio.

publicado por Manel dos Anzois às 15:18
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Quarta-feira, 10 de Agosto de 2005

PRAIA




Felizmente, ontem e hoje estiveram maus dias de praia e digo felizmente porque eu, pura e simplesmente, detesto praia. Sim, sim, detesto, odeio, abomino, enfim, só lá vou quando de todo não me consigo safar.
Só para perceberem o quanto eu detesto praia, vejam lá que eu e a minha querida esposa, estamos casados vai fazer agora em Setembro 7 anos e nestes 7 anos tivemos 7 discussões, todas em Junho, sempre que decidimos o nosso destino de Férias. Eu digo, "ó amor, vamos estes anos a Paris, ao Museu do Louvre, à torre Eiffel, ao Arco do Triunfo... estás bem a ver, Paris... L?amour... ouvir Saint Germain... enfim... uma nova lua-de-mel." Ao qual ela retoricamente responde "Tem praia? Não? Então não quero..." e lá temos nós a nossa discussão anual. Como todos sabemos, uma discussão entre homem e mulher tem sempre o mesmo vencedor, a mulher, mesmo que algumas sofram danos colaterais, mas para essas há as associações de apoio a mulheres vitimas de maus tratos, mas mesmo essas, no fundo, tendo perdido uma ou outra batalha, acabam por ganhar a guerra.
E é assim, que eu detestando praia, todos os anos faço as minhas férias não no campo, não na serra, não no meio da cultura (não estou a falar de hortaliças...) mas sim na praia.
A esta hora estão vocês a perguntar "mas como é que este gajo, Figueirense de gema não gosta de praia, aliás, como é que alguém não gosta de praia?"
É lógico que eu não fui sempre assim. Quando era puto eu adorava praia. Passava dias inteiros na praia. Picava carreiras, jogávamos ténis à borda da água, voleibol, futebol, corridas de carica em pistas marcadas na areia, enfim, tanta e tanta coisa que um dia inteiro de praia parecia pouco.
Então o que mudou agora?
Primeiro, tenho um perímetro de barriga que não tinha na altura, mais precisamente 1.89 metros. Não é uma medida de que me orgulhe, antes pelo contrário, tenho vergonha dela de tal maneira que quando faço praia só queimo as costas pois estou sempre de barriga para baixo. É lógico que tenho que pedir sempre a uma rectro-escavadora que primeiro faça um buraco para eu alojar a pança.
Segundo, para mim a praia não tem mar. Mesmo que eu resista à vergonha de me levantar e ouvir os putos dizerem "lá vai a baleia branca para a água", para mim a água só deixa de estar fria quando já está próxima da temperatura de fervura, ou seja, 100 graus Celsius. Os meus banhos de mar são molhar os pés... ao fim de uma hora já consigo ter água pelas canelas... duas horas depois os joelhos também já estão de molhos e ao fim de três horas, quando as primeiras ondas chegam aos... aos... aos tintins eu saio e vou-me secar. Falta dizer que não sou eu que avanço pelo mar adentro (Óscar para melhor filme estrangeiro deste ano) mas sim o mar que avança por mim a cima, que é para eu não me cansar muito.
Terceiro, sou extremamente branco e a exposição solar excessiva provoca-me danos na pele. Como não gosto de andar muito carregado levo só um livro numa mão e uma toalha na outra, não levando assim chapéu-de-sol para que possa ter sombra. Assim sendo, a única solução que arranjei foi a de frequentar praias muito concorridas e a hora de ponta. Vou para a praia logo às 9 horas e por volta das 10 já estou coberto de sombra de vários chapéus da vizinhança.São tantos tantos que no domingo passado ia sendo perfurado num gémeo quando um banhista mais distraído plantou o chapéu-de-sol mesmo ao lado da minha perna. O problema é que eu detesto multidões e assim sendo, detesto a praia...
Por fim, acho sempre que o tempo que eu passo na praia podia ser mais bem aproveitado a fazer outra coisa como por exemplo estar aqui a escrever, só que a minha querida mulher insiste em afastar-me aqui da máquina. Assim sendo, no domingo, passei todo o tempo que estive na praia a observar os banhistas na praia, a ver o que eles faziam para ocuparem o tempo enquanto ali estão, é que isto de estar sempre a ler na praia é muito giro mas ao preço a que os livros estão sai caro. Assim sendo, e após longa observação, já sei como vou passar o próximo dia de praia. Eu depois conto-vos.

publicado por Manel dos Anzois às 11:51
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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2005

ADEUS



Pois é, este dia havia de chegar. Chegou hoje. Não é um adeus mas sim um até já. Vou de férias até ao fim do mês. Aaaaaaaaaaahhhhhhhhh pois é. Pensavam que era só para vocês, não?
Finalmente vou estar de vacances, que é como quem diz, vou pastar a vaca ou seja, não fazer ponta de um corno. Assim sendo, é provável que este blogue só seja actualizado a partir de 1 de Setembro, no entanto, se quiserem, vão por cá passando, nunca se sabe quando é que eu levo o meu portátil ZX Spectrum para a praia e espeto aqui qualquer coisita.
Ao contrário do outro eu não digo que vou andar por ai pois vou as férias todas para Mouth Of A Fig-tree, mais precisamente para zona de Little Cars.
Até jááááááááaaaa!

publicado por Manel dos Anzois às 18:06
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ROUBALHEIRA !!!!!



Hoje cheguei à conclusão que uma das coisas mais tristes de se ser pobre, ou antes, não se ser rico, é depender-se dos bancos para comprar casa. Como já sabem, à um ano troquei de casa e na altura troquei de banco e larguei a CGD, pois achei que um cliente com 20 anos de CGD, com o vencimento a ser por lá recebido, com seguros e pagamentos a serem feitos pela CGD( basta dizer que eu na altura, não trabalhava com mais nenhum banco) merecia que esta lhe oferece-se pelo menos as mesmas condições que outras instituições de crédito que nunca me viram mais preto. Como assim não foi, mudei, e embora o BCP Millenium não fosse o que melhores condições me oferecia, acabei por optar por este.
Num espaço de um ano já me tinham acontecido algumas coisas que eu fui tolerando, desde me terem cobrado uma comissão que eu tinha direito devido a um protocolo entre o BCP e a imobiliária com que eu trabalhei. Nessa altura fui lá e pediram-me desculpa e tornaram a devolver-me o dinheiro. Alguns meses depois, para verem se eu estava com atenção, tornaram-me a cobrar o dinheiro. Desta vez, quando voltei lá, já ia menos satisfeito, mas lá tive que explicar que eu tinha direito àquilo, que já mo tinham cobrado e depois devolvido e que agora estavam a cobrar-me outra vez (uma das coisas que me chateia imenso nisto é que cada vez que lá vou, a pessoa que está nos créditos é outra o que faz com que tenha que explicar a estória todinha). Dias depois, tornaram a pôr-me o dinheiro na conta, mas, imaginem bem, para passado dois dias debitarem-me exactamente a mesma quantia, mas agora como sendo uma comissão com outro nome, tipo, "não pagas de uma maneira pagas de outra...." Desisti. Estava visto que tinham que ficar com aquele dinheiro à força. Estamos aqui a falar de uma quantia de 100 euros. Assim é fácil os bancos darem lucro.
Meses depois, vou levantar cheques nas máquinas que o BCP tem que caga logo os cheques na hora e para meu espanto, o meu nome vem impresso nas costas do cheque. Entro dentro do banco para reclamar e pedem-me desculpa, que os cheques tinham sido postos ao contrário e tal e coisa. Vêm comigo cá fora, viram os cheques e pedem-me para tornar a pedir mais cheques. Esta operação custa a módica quantia de 3.5 euros. Dizem-me para não me preocupar que os 3.5 euros dos cheques estragados serão devolvidos à minha conta. Ainda hoje estou à espera.
Agora hoje foi o cúmulo. Pago o meu empréstimo ao dia 25 de cada mês, mais um seguro ao dia 2 e outro ao dia 20. Como não recebo o vencimento por esta conta, só a utilizo para pagar o empréstimo. Assim sendo, ao dia 1 transfiro o dinheiro suficiente para o empréstimo e para os seguros e não me preocupo mais. Hoje por acaso fui ver o saldo através da net, mas foi mesmo por acaso e não é que no dia 2 tinha 8, sim 8 cobranças do mesmo seguro no valor de cerca de 48 euros cada um quando eu até aqui costumava pagar cerca de 15. Fui logo ao banco pois pensei isto só pode ser um engano. O primeiro empregado que me atende, que eu nunca tinha visto mais gordo, deve estar a fazer as férias de outro, começou a dizer "à isto são prestações que estavam em atraso". Eu respondi-lhe que era impossível, primeiro porque nunca tinha pago tanto pelo seguro e segundo, como o seguro era cobrado ao dia 2 eu nessa altura tinha lá dinheiro e de certeza que em nenhum mês tinha ficado um seguro por pagar. O senhor bancário continua a dizer o mesmo e eu começo a irritar-me e a levantar a voz, num banco em pleno mês de Agosto, à pinha. Remédio santo. Aparece logo o gerente. Tenho novamente que contar a estória toda e por fim sou transferido para um empregado mais experiente para ver o que é que se passava. Pela terceira vez conto a estória e então o Senhor bancário mais experiente liga directamente para a seguradora em causa, a Ocidental. Por fim lá me explica o que tem pouca explicação. Como eu tinha de início feito um crédito para sinalizar ao empreiteiro a casa, eu estava a pagar seguro sobre esse crédito. A partir de Janeiro deste ano, eu devia ter começado a pagar o seguro relativo ao valor escriturado da casa, só que pelos vistos alguém na seguradora se esqueceu e só deu por ela agora, então não foi de modas, sem me passar cartão absolutamente nenhum, decide sacar o dinheiro destes 8 meses da conta de uma só vez e desculpem a linguagem, eu que me foda.Agora eu que vá para a esquina reder para conseguir lá tornar a colocar os 400 esros que me gamaram antes da prestação da casa a 25 deste mês.
E o que mais me chateia nisto tudo é que um gajo é obrigado a comer e a calar.
Quando for grande também quero ser dono de um banco...

publicado por Manel dos Anzois às 17:56
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RAZÕES PARA SE GOSTAR DA FIGUEIRA DA FOZ - PARTE VI




RAZÕES PARA SE GOSTAR DA FIGUEIRA DA FOZ

Parte 6 - Festival Rock in Casino

Qual Festival Vilar de Mouros, qual quê... Rock in Casino 2005 é que é. Em vez de mosquitos temos ar condicionado.

Qual Festival Paredes de Coura qual quê ... Rock in Casino 2005 é que é. Em vez de terra batida temos um fofinho chão de alcatifa coberto com plástico que é para não sujar.

Qual Festival Hype@Tejo, qual quê ... Rock in Casino 2005 é que é. Em vez do cheiro a esgoto do rio Tejo temos o cheiro a perfume que as betinhas por aqui deixam.

Qual festival 24H TMN qual quê... Rock in Casino 2005 é que é. Em vez de estar ao ar livre e habilitarmo-nos a uma constipação de tão incerto que o tempo anda, estamos ali num belo recinto fechado.

Qual Festival Super Bock Super Rock qual quê... Rock in Casino é que é. Ao menos aqui pode-se beber uma cervejita em menos de um minuto, já no Super Bock Super Rock fui lá o ano passado no dia dos Pixies e para não estar mais de uma hora numa fila para comprar bejeca acabei por morrer à sede.

Qual Festival Sudoeste qual quê... Rock in Casino é que é. Em vez da Ó Elllllllllsssssssssa! Temos o Urbano, também conhecido por Cu bilhas, que por ali anda, qual gerente do Casino, no seu belo fato da feira da Ferreira, com uma bela gravata vermelha (aproveita agora que o Benfica ganhou o campeonato) a oferecer finos ao jet 7 que por ali aparece. Olhem, até eu fui contemplado com uma Super Bock. Por falar em Superbock, falta-me dizer que é a única coisa em comum entre estes festivais todos.

Para quem não sabe, aqui o nosso festivalzinho começou no dia 19 de Julho com os Hands On Approach. O preço dos bilhetes era de 10 euros e era entrada livre para quem tivesse cartão do Casino da Figueira. Resta ainda dizer que para obter este cartão do casino basta dirigir-se a um balcão e o cartão é entregue na hora. Mesmo com estas facilidades todas, não estariam mais de 100 pessoas na sala.
No sábado passado, dia 30 foi a vez dos The Gift subirem ao palco. Desta vez os preços eram de 5 e 10 euros consoante se tivesse ou não cartão. Embora bem mais barato do que os 500 euros do concerto de Brian Ferry no Algarve, a participação do publico foi bastante inferior. Cerca de 500 pessoas, o que dá menos de meia sala.
Se fosse eu o dono do Casino diria "dá Deus nozes a quem não tem dentes" e acabava já com o festival, mas como o casino tem uma imagem de prestígio a defender, tal não deve acontecer, por isso ainda devemos ter Pedro Abrunhosa a 6 de Agosto, Delfins a 13 de Agosto, Da Weasel a 18 de Agosto e por fim, Ala dos Namorados a 27 de Agosto.
Segundo as minhas previsões, tirando Da Weasel, em todos os outros concertos deve haver espaço para se andar à vontade e a cerveja não deve acabar.
Posto isto, tenho só alguns agradecimentos que gostaria aqui de deixar.
Obrigado Urbano pelo fino.
Obrigado The Gift pelo profissionalismo, provando porque é que são, talvez, a melhor banda do panorama musical português.
E por fim obrigado a todos os reformados que investem a sua reforma nas máquinas do casino permitindo assim que este vá tendo estas iniciativas, mesmo a ter prejuizo com elas.

publicado por Manel dos Anzois às 08:03
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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2005

JARDIM MUNICIPAL 0 - ANIMAIS 1



Imaginem qual não foi o meu espanto quando ontem a minha amorosa mulher chega ao pé de mim e me diz, "sabias que vandalizaram o jardim municipal no sábado à noite?" Fiquei estupefacto. "Sábado à noite? Mas... Mas... então ele não foi inaugurado no sábado à tarde?" Epá, nem vinte e quatro horas deram ao rapaz.
Depois de saber que a vandalização tinha sido no toldo colocado por cima do pseudo coreto ainda pensei, "ah, se calhar não foi nada vandalizado. Eles é que com a pressa de inaugurarem o jardim não tinham ainda a obra completamente pronta e o arquitecto paisagístico responsável pela obra foi lá de noite e deu o toque final no toldo, aplicando o milagre da multiplicação e transformou-o em dois".
"Não sejas parvo", disse-me a minha mulher, "não vês que foi um macaco qualquer que subiu a estrutura e cortou o toldo à naifada."
E eu a pensar que as primeiras a vandalizarem o toldo iam ser as pombas, ao fazerem treinos de pontaria com as cagadelas.
Aliás, a minha dúvida era se os primeiros estragos seriam as cagadelas das pombas ou a chaboicada (para quem não sabe, chaboicada é uma espécie da família do boi) a pisarem os canteiros para atravessarem o jardim sem terem que dar a volta e assim pouparem uns passitos.
Anda um gajo a arranjar o jardim para depois os animais (sim animais, as pombas os macacos e os chaboicos, são animais, que eu saiba) estragarem tudo.

publicado por Manel dos Anzois às 12:48
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Quarta-feira, 3 de Agosto de 2005

RAZÕES PARA SE GOSTAR DA FIGUEIRA DA FOZ - PARTE V



RAZÕES PARA SE GOSTAR DA FIGUEIRA DA FOZ

Razão 5 - A Discoteca Bergantim

Ontem, estava eu sentado na mesa da cozinha a folhear a revista do Expresso enquanto de fundo ouvia o telejornal da SIC, isto tudo enquanto esperava que a minha querida esposa acaba-se de fazer as pataniscas com arroz de tomate para o jantar. Já viram bem a quantidade de coisas que eu consigo fazer ao mesmo tempo? Sou extraordinário! Voltando ao assunto, estava eu então a folhear a revista e comecei a ver umas páginas dedicadas às discotecas da moda do Algarve, tipo Casa do Castelo, T-Club, Trigonometria e mais umas quantas, todas cheias e todas repletas de cu lunaveis e pensei de mim para comigo. Olha aqui está uma coisa que nunca se há-de ver sobre as discotecas da Figueira. Nunca têm jet 7. De Inverno ainda por cá aparece a Maia mas deve ser para ver se alguém lhe aquece os pés, agora no verão... oh, oh, tá bem abelha.
Eis quando de repente sou acordado destes pensamentos pelo som do telejornal ...cena de pancadaria numa discoteca da Figueira da Foz. Este sábado, na discoteca Bergantim ....
Finalmente, uma discoteca da Figueira tinha superado a concorrência Algarvia. A única que chegou aos calcanhares do Bergantim foi a Casa do Castelo, onde também este fim-de-semana ouve porrada com o futebolista Miguel, mas a publicidade ao Bergantim foi maior pois além de entrevistarem o queixoso também entrevistaram a gerência.
Como podem imaginar, o meu telemóvel não parou de tocar. Todos os meus amigos sabem que eu passo lá a vida enfiado e queriam saber o que é que se tinha passado.
É verdade. Eu de certeza que estava lá. Fui dos primeiros a chegar, a pista ainda nem estava aberta e só sai quando o Dj Óscar passou a habitual 5ª sinfonia de Beethoven, versão febre de sábado à noite, para assinalar mais o fim de uma noite e o que eu vi foi precisamente ... nada! É verdade, como dizem os brasileiros, não vi porra nenhuma. Nem sequer se pode ter dado o caso de eu estar no primeiro andar enquanto a batalha campal decorria na pista pois eu durante toda a noite não fui lá acima. Assim sendo pergunto ao queixoso esses olhos negros não serão olheiras das noitadas ???? Quanto ao tímpano rebentado que ele diz ter a culpa só pode ser do Dj óscar, é que a música que ele passa não é para todos os ouvidos. Quem tem os ouvidos treinados ao som dos DZRT, ou dos Anjos, ou da Ivete Zangalo, é normal que lhe rebente um tímpano quando começar a ouvir as violas estridentes dos Placebo, ou a voz aguda dos Block Party, ou os graves dos White Stripes ou ainda os gritos dos Blasted Mechanism...

publicado por Manel dos Anzois às 16:34
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CRITICAR ...



Fiz agorinha mesmo a minha visita diária pelos blogues dos meus compatriotas figueirenses e descobri que os poucos que não estão de férias só criticam a reinauguração da ponte. É pá, mas só sabem criticar pá.......

No Abeiramar lê-se "... A ser verdade, ficámos a saber que a Câmara Municipal da Figueira da Foz não manda nada nesta terra. Opôs-se? Parece que não. Indicou um local alternativo para o "famoso" abrigo! Parece que não. Será que ninguém se lembrou de colocar a "tendinha", por exemplo, num dos acessos à ponte? Tipo à entrada do lado da Gala, depois da ponte dos Arcos, por exemplo ? local onde, atrás do arvoredo, dezenas de veículos literalmente "acampam" ao fim de semana? Isso é que era bom. Ou então tiveram medo que chovesse e guarda-chuvas deve ser coisa afectada pelos cortes orçamentais. Ou então, claro, subir a ponte a pé, não é para toda a gente... quanto mais para os engravatados de serviço!...?

É com pena que vejo que este blogue estava mal informado. A zona junto à ponte dos Arcos estava reservada com 147 fogões Camping gás para a preparação do almoço. O único sítio possível para a tenda era mesmo no meio da ponte.

No Amicus Ficaria pode-se ler "Com deficiências notórias na sua construção e abatimentos do tabuleiro (que deu origem à famosa e soberba anedota da areia, do cimento e do ferro), existindo há mais de duas décadas com inexistente sistema escoamento das águas, de os utilizadores suportarem dois anos com obras e congestionamentos diários, eis que, quando tudo se encaminhava para apaziguar o nosso sofrimento, somos brindados com uma reinauguração injustificada.

Tenda VIP para ajudar ao agravamento do défice e interrupção de trânsito numa via para as Excelentíssimas Entidades do Estado e Representantes da Câmara estarem repimpadas, enquanto a fila de viaturas chegava à Tocha.

Como todo este faustoso evento teve efeito contrário e demonstrou o esbanjamento de dinheiros públicos em coisa nenhuma, ainda temos um Partido a tirar dividendos desta situação.
Todos os envolvidos estiveram mal nesta pseudo-inauguração
."

Temos que ser justos e não se pode dizer mal por tudo e por nada. O inexistente sistema de escoamento de águas foi já uma inovação criada à duas décadas. Já na altura alguém com uma enorme capacidade de visionamento previu que o futuro seria de seca, logo para quê gastar parte do orçamento em escoamentos de água.
Em relação aos congestionamentos diários também estou em desacordo, pois este não se deve às obras da ponte mas sim às pessoas que a atravessam que quase que param a marcha para poderem admirar a bela vista que a Figueira da Foz tem de cima da ponte e assim apreciarem as belas obras e o crescimento de 1.7% que tivemos nestes últimos 10 anos.
Quanto à tenda VIP para estarem repimpadas, concordo com a sua existência. Só eu sei o que cansa esta história das inaugurações. Cansa sim, cansa muito. Agora imaginem o que estes queridos não devem andar cansados, eu diria até que andam todos rotos com tanta inauguração que por ai se vê. Eles não estavam repimpados, estavam só a descansar as pernitas, a dar folga às varizes.
No que diz respeito ao esbanjamento de dinheiros públicos estou completamente em desacordo. Esbanjar dinheiro público era se se tivesse pago a almoçarada a esse pessoal todo ali na Rosa Amélia, ou no Abrigo da Montanha. Isso sim é que era esbanjar dinheiro. Agora com esta opção foi só poupar. Até foi giro ver o pessoal quando a fome lhe apertou ali de cu para o ar junto à ponte dos arcos a apanharem mexilhão para depois cozinharem nos fogões camping gás ali existentes. No fim até ouvi o Duarte Silva comentar para o José Elísio Oliveira, isto sim, foi um dia bem passado...

P.S. ? Peço desculpa ao Amicus Ficaria pela usurpação da fotografia da ponte.

publicado por Manel dos Anzois às 12:21
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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2005

RAZÕES PARA SE GOSTAR DA FIGUEIRA DA FOZ - PARTE IV



RAZÕES PARA SE GOSTAR DA FIGUEIRA DA FOZ

Razão 4 - O Remodelado Jardim ... Jardim... Jardim...

Pois é. Ááááááaá pois é. O grande acontecimento Figueirense deste fim-de-semana foi mais uma inauguração. São as vantagens de termos eleições legislativas à porta. Desta vez foi o remodelado jardim ... jardim ...jardim ... .Pronto, aqui começa logo o problema. Mas como é que se chama a porra do jardim? Eu fui lá e não vi nenhuma placa com o nome.
Devido às rajadas de vento de 180 km por hora era impossível estar na praia tanto no sábado como no domingo e isso fez com que muita gente aproveitasse para ir visitar o jardim. A dita placa até pode lá estar, eu é que não vi. Era tanta mas tanta gente que não a vi, talvez por estar escondida atrás de algum cu.
Assim sendo, como não vi a placa, não sei como é que devo chamar ao jardim.
Eu ainda sou do tempo, em que aquele era o único jardim de baloiços da Figueira da Foz e arredores. Nessa altura, a malta dizia vamos ao jardim dos baloiços e lá íamos arriscar a vida. Sim, arriscar a vida, pois tínhamos o mítico baloiço de ... baloiçar, estão a ver? Baloiçar, para a frente, para trás, para a frente, para trás, para a frente, para trás até darmos uma volta de 360º. Tínhamos também o "barco" cujo perigo era que quem ia no meio podia bater com a pinha nos ferros superiores do baloiço, em risco de partir o dito baloiço e ter que indemnizar a câmara. Tínhamos também as fenomenais argolas, só que em vez de nos pendurarmos nelas era muito mais divertido pô-las a rodar e tentar passar pelo meio delas sem partir a cabaça. E aquelas rodas divididas em quatro que púnhamos a girar e entrávamos e saiamos delas com elas sempre em movimento. Isso é que era. Um verdadeiro jardim dos baloiços.
Já em relação a este remodelado jardim dos ... jardim dos... jardim dos...é que não lhe posso chamar jardim dos baloiços quando aquilo é mais um centro de desportos radicais. Quem tiver filhos com idade inferior aos 5 anos pode contentar-se com o baloiço de molas que leva 3 crianças ao mesmo tempo e mais 2 individuais do mesmo género. Os verdadeiros baloiços de baloiçar, os preferidos de todas as crianças mais pequenas, demorei cerca de uma hora a contá-los. São precisamente zero. O escorrega, para se conseguir subir lá para cima tem que se escalar uma parede que de tão difícil que é proponho que se ponha lá uma equipa do Capitão Dureza a dar apoio. Eu que tenho uma filha com praticamente seis anos já estou com saudades do tempo em que a levava aos baloiços e podia estar sentado, descansado a olhar para o paralelo infinito. Agora não. Os miúdos são trapezistas de circo a trabalharem sem rede e nós estamos por baixo para tentar agarra-los quando algo lhes correr mal.
Continuo sem saber como hei-de chamar ao raio do jardim. Lembrei-me que quando se fez um jardim de baloiços em Buarcos se começou a chamar aquele o Jardim dos Patos para o distinguir do outro, o problema é que agora também não tem patos.
Mas o que é que eu chamo à coisa? De repente fez-se-me luz. Já sei, pode ficar jardim do coreto e nisto avancei para a segunda metade do jardim para ver as remodelações do antigo coreto. Novo problema. É que eu não sei se posso chamar aquilo um coreto? Será? Eu não quero ser má língua mas... o que é que vai acontecer quando ali for actuar um rancho ou a filarmónica 10 de Agosto? Como aquilo é ao mesmo nível do chão só as pessoas da frente é que vão ver, a não ser que aquele estrado de madeira engane e seja um palco elevatório digno do que de melhor faz Filipe La Féria nos palcos das suas revistas.
Para não estarem para ai a dizer que só digo mal, tenho a dizer que gosto do toldo branco que está por cima do coreto para fazer sombra ao mesmo, mas acho que ainda vou gostar mais dele quando as pombas o começarem a pintar, fazendo ali um quadro só ao alcance dos melhores trabalhos de Jackson Pollock.

publicado por Manel dos Anzois às 14:20
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